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Brasil é um dos responsáveis por alta demanda

21 Out 11

As receitas com telepresença e videoconferência corporativas subiram nos primeiros seis meses de 2011, conforme o número de usuários confortáveis com as tecnologias – e consequentemente propensos a adotá-las – cresce. A conclusão é de uma pesquisa divulgada pela Infonetics Research. Fatores-chave para os próximos quatro anos incluem aplicações em telemedicina e ensino à distância.

Segundo a Infonetics, o mercado global de equipamentos para vídeoconferência e telepresença estabeleceu um recorde de receita no segundo trimestre, aumentando 21% com relação ao trimestre anterior, para US$ 683 milhões, e 34% com relação ao ano passado.

“Durante os primeiros seis meses de 2011, a receita com equipamentos de telepresença e vídeoconferência corporativa subiu 24% ano a ano, e esperamos um forte crescimento de dois dígitos em 2011 sobre 2010″, diz Matthias Machowinski, diretor analista de redes e vídeo corporativo da Infonetics. “O crescimento será de dois dígitos pelo menos até 2015, graças à tendências demográficas e de comunicação favorecendo o vídeo, aumentando a aceitação entre usuários, e em casos de uso específicos, como ensino à distância e telemedicina”.

Embora haja um número crescente de fornecedores disputando o mercado, a Cisco continua a maior empresa, com crescimento sequencial de receita com videoconferência e telepresença de 33%, e detendo mais de metade do share mundial em relação aos concorrentes Polycom, Radvision e Vidyo.

Segundo a pesquisa, a demanda por equipamentos de vídeoconferência é mais elevada na América do Norte, China, Índia e Brasil.