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	<title>SOLUTIONE / Videoconferência, Telepresença, Multimídia</title>
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	<description>Recife, São Paulo, Rio de Janeiro: comercial@solutione.com.br</description>
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		<title>Automação residencial: sala, cozinha e microchips</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 13:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A governanta virtual e a janela que se fecha às primeiras gotas de chuva já estão aí por Rafael Barifouse Metade dos prédios em construção na cidade conta com as mordomias da automação residencial. Nem é preciso que o imóvel seja novo para ser equipado com tecnologia de ponta. Casas e apartamentos antigos podem ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A governanta virtual e a janela que se fecha às primeiras gotas de chuva já estão aí</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>por Rafael Barifouse<br />
</em><br />
Metade dos prédios em construção na cidade conta com as mordomias da automação residencial. Nem é preciso que o imóvel seja novo para ser equipado com tecnologia de ponta. Casas e apartamentos antigos podem ser adaptados para receber redes de dados sem fio e incorporar vários níveis de informatização, quase sempre invisíveis.</p>
<div id="attachment_750" class="wp-caption alignleft" style="width: 295px"><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Época-SP-NOTÍCIAS-Automação-residencial-sala-cozinha-e-microchips.png" rel="lightbox[749]" title="EpocaSPAutomaçap"><img class="size-medium wp-image-750 " title="EpocaSPAutomaçap" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Época-SP-NOTÍCIAS-Automação-residencial-sala-cozinha-e-microchips-285x157.png" alt="LAR INTELIGENTE" width="285" height="157" /></a><p class="wp-caption-text">Tavares investiu R$ 30 mil em tecnologias como fechadura com biometria e ambientes controlados pelo iPad</p></div>
<p>É assim, de maneira discreta, que a fechadura inteligente se abre ao ler as digitais dos moradores. Por mensagem de celular ou e-mail, ela informa quem entrou e quando. A porta anuncia o visitante com um toque em MP3 (você escolhe a música) e pode ser destravada por controle remoto. As persianas abrem e fecham conforme os comandos digitados em um telefone celular. Luz, som, TV e climatização podem ser controlados a partir de um sistema de comunicação digital em rede. Ambientes mudam com um clique. Para um jantar romântico, por exemplo, é possível cerrar as cortinas, reduzir a iluminação, ajustar o ar-condicionado e por para tocar a balada preferida do casal antes mesmo de pisar em casa. A quilômetros de distância, os equipamentos são acionados pelo smartphone, ou por um computador de mão, conectado à internet.</p>
<p>É possível integrar os eletrodomésticos a esse sistema e, assim, agendar suas funções. A cafeteira e a torradeira, por exemplo, começam a preparar o café da manhã antes de você sair da cama. A banheira e o chuveiro memorizam a temperatura preferida de cada morador. A torneira da pia, com uma tela de cristal líquido, permite ler os e-mails e notícias enquanto se escovam os dentes.</p>
<p>O advogado Renato Tavares, de 28 anos, tinha em mente esse conforto ao investir R$ 30 mil em novas tecnologias em seu segundo apartamento, que ficará pronto neste mês, no Paraíso. Ele conheceu esses recursos em 2008, na casa de um amigo, em Nova York. “Nos Estados Unidos, já havia tudo isso dez anos atrás”, diz. De volta ao Brasil, Tavares instalou alguns recursos em seu imóvel anterior, como uma persiana controlada por controle remoto. Tomou gosto pela novidade e, para a nova casa, optou por um pacote mais sofisticado. Quando se mudar, terá até quatro ambientações de luz na sala, fechadura com senha temporária para visitantes e um sistema de som que acompanha o morador em todos os cômodos, acionando as caixas de som onde ele estiver. “De manhã, a ducha desliga depois de dez minutos. Assim, eu não me atraso e ainda economizo”, afirma. Ele também buscou outro recurso popular entre os donos de casas high-tech: um sistema de segurança para monitorar os ambientes a distância. As câmeras e sensores do circuito fechado foram conectados à internet. Quem entra em um local monitorado é automaticamente fotografado – e o morador recebe a imagem por e-mail ou torpedo. Cenas em vídeo podem ser vistas pela web, enquanto microfones e alto-falantes se encarregam da comunicação entre o observado e seu observador.</p>
<p><strong>DE OLHO NA BABÁ </strong><br />
A tecnologia de segurança conquistou o administrador de empresas André Marçal, de 38 anos, e sua mulher, Dione, de 36. Eles compraram um imóvel em construção no Alto da Lapa. Assim que pegarem as chaves, instalarão câmeras em todos os ambientes, incluindo os três dormitórios. “Queremos deixar nossas filhas com a babá e poder vê-las a qualquer momento”, diz André, pai de Maria Laura, de 1 ano, e de Caterina, de 1 mês.</p>
<p>Um bom termômetro de como a onda da tecnologia residencial está presente nos prédios em construção aparece no levantamento informal feito pela Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside). Há cinco anos, só 5% dos lançamentos contavam com recursos assim. Hoje, a automação está em metade dos novos empreendimentos. “A construção civil é muito refratária a mudanças”, diz José Roberto Muratori, presidente da Aureside. “Mas as empresas viram que o investimento é viável e dá retorno.”</p>
<p>Recauchutar imóveis mais velhos também ficou mais fácil com o surgimento de empresas especializadas.“Com as tecnologias sem fio, não é mais necessária aquela quebradeira”, afirma Renato Oliveira, diretor comercial da iHouse, pioneira do setor. Quem busca automação normalmente é homem, tem entre 25 e 40 anos e é familiarizado com tecnologia. “São pessoas antenadas em busca de bem-estar e comodidade, e não apenas os nerds e os aficionados, como antigamente”, diz Benedito Fayan, diretor de inovação da Telefônica.</p>
<p>Foi também de olho nos jovens que o empresário Alberto Conradi, de 50 anos, decidiu investir em um apartamento de última geração em Pinheiros. “É algo feito para quem já nasceu com Twitter e Facebook. Vai ser um algo a mais quando eu colocar para alugar”, afirma Conradi. Seu futuro imóvel inova ao oferecer uma governanta virtual – e ela tem até nome: Denise. Entre outras habilidades, a moça, ou melhor, a “assistente digital”, entende comandos de voz, faz ligações, lê e-mails, avisa sobre compromissos, faz pesquisas e compras na internet. Também aprende as preferências do usuário, como a pizzaria favorita.</p>
<p>Fonte: Época SP</p>
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		<title>Mobilidade terá impacto maior nos negócios que a Internet, dizem executivos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 13:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo da Accenture, em 12 países, revela ainda que empresas dos mercados emergentes, como o Brasil, investem mais em tecnologias móveis. O desafio de entender e posicionar a mobilidade nos negócios. Este foi o foco do estudo online realizado pela consultoria global Accenture, em janeiro de 2012, com 240 profissionais de TI entre CIOs, CTOs, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo da Accenture, em 12 países, revela ainda que empresas dos mercados emergentes, como o Brasil, investem mais em tecnologias móveis.</p>
<p>O desafio de entender e posicionar a mobilidade nos negócios. Este foi o foco do estudo online realizado pela consultoria global Accenture, em janeiro de 2012, com 240 profissionais de TI entre CIOs, CTOs, CMOs e diretores de tecnologia ou TI em 23 indústrias, de 12 países, incluindo o Brasil.</p>
<p>Metade dos entrevistados é de empresas que geram entre 500 milhões de dólares e 1 bilhão de dólares em receitas anuais, e a outra parte de companhias entre 1 bilhão de dólares e 5 bilhões de dólares.</p>
<p>Dois terços (67%) dos CIOs e outros profissionais de TI consultados acreditam que a mobilidade impulsionará seus negócios no mesmo nível ou, até ultrapassar, o impacto realizado pela Internet na década de 1990. A pesquisa também descobriu que mais de dois terços (69%) dos entrevistados consideraram alocar mais de 20% do orçamento discricionário para promover capacidades de mobilidade para os negócios, ainda neste ano – com forte contraste entre os executivos dos mercados emergentes (94%) e os que atuam nos países maduros (35%).</p>
<p>A pesquisa ainda apontou que 48% dos entrevistados dos mercados emergentes têm uma estratégia para mobilidade amplamente desenvolvida, enquanto apenas 12% dos entrevistados nos países maduros alegaram ter estratégias encaminhadas no mesmo nível.</p>
<p>Renato Improta, líder da área de Mobilidade da Accenture, afirma que a maioria dos CIOs, agora, reconhecem o potencial da mobilidade para transformar seu negócio e esse fato pode ser notado a partir do crescente gasto com mobilidade dentro do orçamento de TI. “A mobilidade hoje não é simplesmente uma extensão do legado de TI, é uma nova e complexa forma de realizar negócios”, diz.</p>
<p>O estudo também apontou algumas áreas de preocupação, que podem atrapalhar a adoção de aplicações móveis pelas empresas, 50% dos entrevistados citaram a segurança como o principal fator que as impede de atender às suas prioridades em mobilidade. Custo e orçamento ficaram em segundo lugar (43%), enquanto a interoperabilidade com os sistemas atuais ou a falta de compreensão sobre os benefícios da tecnologia em terceiro (26%).</p>
<p>A pesquisa foi mais além. Consultou desenvolvedores de aplicativos móveis e, segundo eles, nenhum dos sistemas operacionais mais utilizados para smartphones é visto como totalmente seguro. Entretanto, mais de a metade (53%) elegeu o sistema operacional da Apple iOS como o melhor nessa categoria, enquanto o sistema operacional do Google Android ficou em segundo lugar, com 24%.</p>
<p>Os resultados do estudo mostram os desafios criados pela fragmentação do mercado, com um número variado de plataformas e dispositivos móveis em uso. Os desenvolvedores de aplicativos avaliaram essa fragmentação como difícil de gerir e rentabilizar. Já para os profissionais de TI, ela dificulta a capacidade da empresa para acomodar uma das tendências mais fortes da mobilidade – funcionários que desejam utilizar seus dispositivos móveis no trabalho e rodar aplicações corporativas neles.</p>
<p>Nesse cenário, os profissionais de TI e desenvolvedores de aplicativos têm planos diferentes para gerar receita. Na área empresarial, 42% dos profissionais indicaram que querem melhorar o trabalho em campo ou a prestação de serviços ao cliente com acesso instantâneo às bases de dados corporativos, informações relevantes de negócio e processamento de transações. Os desenvolvedores de aplicativos citaram downloads (41%), aplicativos para compras (29%), publicidade tradicional (24%) e inscrições (20%) como formas de rentabilizar aplicativos idealizados para os consumidores.</p>
<p>Outro dado interessante é que cada vez mais os profissionais de TI, que atuam em mercados emergentes, têm foco em soluções móveis – quando comparados com aqueles que atuam em mercados maduros. Nos países latino-americanos e asiáticos, 93% e 81%, respectivamente, indicaram que a mobilidade gerará novas receitas significativas, mas apenas 66% dos europeus e 56% dos norte-americanos entrevistados têm a mesma opinião.</p>
<p>Da mesma forma, metade dos mexicanos e chineses, bem como 40% e 32% dos entrevistados indianos e brasileiros, respectivamente, concorda que o impacto da mobilidade nos negócios pode ser maior do que o causado pela onda da Internet em 1990. A pesquisa concluiu, ainda, que apenas um em cada cinco (20%) entrevistados do Reino Unido e Estados Unidos concorda. De acordo com o estudo da Accenture, os profissionais de TI devem criar uma estratégia global de mobilidade empresarial. Para que isso seja possível, a Accenture recomenda uma abordagem que inclui três elementos: tecnologia, requisitos de negócio e gestão.</p>
<p>&#8220;As empresas precisam desenvolver uma lista abrangente dos projetos de mobilidade que têm em curso e esclarecer os objetivos, acelerar e padronizar as iniciativas, além de inovar para criar vantagens competitivas&#8221;, explicou Improta. &#8220;As empresas devem rever a sua estratégia para mobilidade a cada seis ou 12 meses (em vez de cliclos de 12 a 18 meses), para garantir que estão fazendo suas apostas sobre as tendências certas”. Participaram da pesquisa Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, México, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. E o estudo incluiu uma versão online com cerca de 4 mil desenvolvedores de aplicativos de mobilidade com base na África, Ásia/Pacífico, Europa e América do Norte, que criam aplicações, produtos e serviços para funcionários e empresas e também consumidores.</p>
<p>Fonte: IDGNow</p>
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		<title>Cisco cria programa para ampliar presença nas médias empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 13:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Voltado para parceiros, Partner Plus vai levar TI para negócios de menor porte em todo o mundo. Participantes terão preferência, capital e suporte da fabricante. Partner Plus. Esse é nome do novo programa de parceiros da Cisco. Baseado em três pilares [preferência, capital e suporte], seu objetivo é ampliar a presença da fabricante nos negócios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Voltado para parceiros, Partner Plus vai levar TI para negócios de menor porte em todo o mundo. Participantes terão preferência, capital e suporte da fabricante.</em></p>
<p>Partner Plus. Esse é nome do novo programa de parceiros da Cisco. Baseado em três pilares [preferência, capital e suporte], seu objetivo é ampliar a presença da fabricante nos negócios de menor porte por meio de parceiros espalhados por todo o mundo. “Precisamos ser mais flexíveis e fazermos parte das companhias de médio porte”, resume Andrew Sage, vice-presidente de Partner Led.</p>
<p>Entre os benefícios para aqueles que ingressarem no Partner Plus, o executivo destaca o suporte de engenharia virtual batizado de Partner Help Plus [serviço de colaboração que conecta parceiros e engenheiros Cisco para tirar dúvidas e auxiliar em outras questões], treinamento da equipe comercial, inteligência do cliente [que entregará informações sobre consumidores para reduzir o custo de venda] e aporte para atingir os objetivos de crescimento dos negócios.</p>
<p>Alguns requisitos são necessários para ingressar no programa, aponta Sage. Entre eles estão contar com uma certificação da Cisco [Gold, Silver, Premier e Select] e ter uma receita mínima, que varia de região para região.</p>
<p>O anuncio é parte do investimento de 75 milhões de dólares que a Cisco oficializou em 2011 para impulsionar o canal e Sage aponta que a fabricante está ainda contratando pessoal de vendas e engenheiros para dar suporte ao novo programa.</p>
<p>De acordo com o executivo, parceiros dos Estados Unidos e Canadá poderão fazer parte do Partner Plus a partir de maio e a partir de agosto desembarca na América Latina. “Na região,  vamos começar pelos países mais estratégicos e maiores”, diz, sem, no entanto, entrar em detalhes sobre se o Brasil será um dos primeiros.</p>
<p>John Harris, presidente da Spire, integrador baseado nos Estados Unidos, será um dos beneficiados pelo programa. Parceiro Cisco há sete anos, 50% dos negócios da organização são gerados pelas empresas de menor porte. “Esse segmento está em busca de tecnologias avançadas, assim como as grandes”, observa. Com o novo programa, a Spire espera reduzir o custo total de vendas e ampliar o alcance. “O ciclo de vendas para empresas menores é mais custo”, aponta.</p>
<p>Na opinião de Andi Janto Singgih, diretor comercial de empresa da Compnet, parceiro Cisco baseado na Indonésia, o Partner Plus será um incentivo. “A Cisco está nos ajudando a acelerar os contratos e a entregar melhores serviços aos nossos clientes”, afirma.</p>
<p>Fonte: NBusiness</p>
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		<title>Solutione recebe premiação da Polycom</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 13:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Solutione foi premiada no TEAM Polycom 2012, realizado em Orlando &#8211; FL, entre os dias 1º e 3 de abril deste ano. A empresa recebeu o reconhecimento de melhor integradora de sistemas da região da America Latina e Caribe no ano de 2011. O prêmio reflete o compromisso da busca de soluções inovadoras, aliado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Solutione004.jpg" rel="lightbox[735]" title="Solutione004"><img class="size-medium wp-image-736 alignleft" title="Solutione004" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/Solutione004-285x157.jpg" alt="" width="285" height="157" /></a>A Solutione foi premiada no TEAM Polycom 2012, realizado em Orlando &#8211; FL, entre os dias 1º e 3 de abril deste ano. A empresa recebeu o reconhecimento de melhor integradora de sistemas da região da America Latina e Caribe no ano de 2011.</p>
<p>O prêmio reflete o compromisso da busca de soluções inovadoras, aliado ao foco no negócio de áudio visual e conferências, integrando tecnologia e criatividade.</p>
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		<title>Empresas investem no mercado de videoconferência no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 18:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ferramenta de negócios extremamente poderosa, a videoconferência vem transformando o dia a dia das empresas no Brasil que, acompanhando a crescente tendência do mercado europeu, investem cada vez mais em soluções de telecolaboração. Relatórios recentes do instituto de pesquisa Gartner apontam que o gasto corporativo com comunicação unificada (teleconferência, web conferência e videoconferência) no mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ferramenta de negócios extremamente poderosa, a videoconferência vem transformando o dia a dia das empresas no Brasil que, acompanhando a crescente tendência do mercado europeu, investem cada vez mais em soluções de telecolaboração. Relatórios recentes do instituto de pesquisa Gartner apontam que o gasto corporativo com comunicação unificada (teleconferência, web conferência e videoconferência) no mundo foi de $16,5 bilhões em 2010 e deve chegar a $18,7 bilhões em 2013.</p>
<p>O Brasil, por sua vez, representa quase 50% do mercado de comunicações unificadas da América Latina, onde a receita registrada do país em 2011 foi de $726 milhões. O aquecimento do mercado brasileiro dessas soluções foi ratificado no final de 2011, cuja projeção de crescimento tende a continuar em 2012. A praticidade e objetividade na comunicação que beneficia diretamente os negócios pelo qual a videoconferência possibilita, tornou sua utilização mais freqüente. Isso se deve à necessidade das empresas em agilizar as tomadas de decisões e diminuir gastos com viagens, combinando tecnologia e infraestrutura.</p>
<p>Fonte: Site segs</p>
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		<title>Para jovens da classe A, Internet é principal meio de informação</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 17:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa da boo-box revela que a Internet também é a fonte de informação mais utilizada por jovens entre 18 e 25 anos da classe A – 53% dos entrevistados disse se informar por meio de blogs e sites de notícias. O relatório da empresa informa que os jovens da chamada geração Y passam em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_731" class="wp-caption alignright" style="width: 295px"><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/kids-on-the-internet.jpg" rel="lightbox[728]" title="kids-on-the-internet"><img class="size-medium wp-image-731" title="kids-on-the-internet" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/kids-on-the-internet-285x157.jpg" alt="" width="285" height="157" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Google imagens</p></div>
<p>Uma pesquisa da boo-box revela que a Internet também é a fonte de informação mais utilizada por jovens entre 18 e 25 anos da classe A – 53% dos entrevistados disse se informar por meio de blogs e sites de notícias.</p>
<p>O relatório da empresa informa que os jovens da chamada geração Y passam em média 31 horas conectados à Internet por semana, sendo 74% deles, das classes A, B e C, em casa. As lan houses são o principal ponto de acesso para apenas 3% dos internautas das classes D e E.</p>
<p>Como era de se esperar, o Facebook é a rede social mais utilizada por jovens entre 18 e 25 anos, em todas as regiões do País. Já o Twitter se destaca na classe A, sendo usado por 76% dos internautas com a mesma faixa etária.</p>
<p>O estudo visa traçar o perfil do usuário de Internet da geração Y, abordando temas demográficos e comportamentais, suas percepções e opiniões sobre temas como religião, relacionamento, redes sociais, consumo e relação com as marcas, dentro e fora da rede mundial.</p>
<p>Quase metade (48%) dos entrevistados disse preferir consultar amigos e familiares antes de fazer compras na Internet, e 65% considera importante interagir com suas marcas favoritas, mas apenas 16% afirma acompanhar empresas em mídias sociais, seja para curtir ou para reclamar.</p>
<p>O estudo também mostrou que 87% dos jovens de até 25 anos são solteiros, mas na faixa de 25 a 30 anos, o percentual de casados salta de 13% para 32%. 67% dos entrevistados mora com os pais, e o número é mais expressivo na classe A, chegando a 84%, contra apenas 47% na classe D. A maioria dos entrevistados trabalha (58%) e valoriza mais a realização proporcionada pelo trabalho, 23%, do que a remuneração, 19%.</p>
<p>Entre outubro e novembro de 2011, mais de três mil jovens com idades entre 18 e 30 anos foram entrevistados, exclusivamente via Internet, pela boo-box e pela Hello Research, com o objetivo traçar um perfil da Geração Y no Brasil e de seu comportamento na internet.</p>
<p>Fonte: IDG Now</p>
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		<title>Oito maneiras de como o Google+ pode ajudar a sua empresa</title>
		<link>http://www.solutione.com.br/oito-maneiras-de-como-o-google-pode-ajudar-a-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 13:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com recursos como videoconferência gratuita e a capacidade de compartilhar e promover os conteúdos com clientes e colegas através do toque de um botão (+1), serviço vem ganhando espaço nas corporações. Este mês, o Google+ passou de 100 milhões de usuários. E o analista Paul Allen (que publica estatísticas não-oficiais do serviço) prevê que até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com recursos como videoconferência gratuita e a capacidade de compartilhar e promover os conteúdos com clientes e colegas através do toque de um botão (+1), serviço vem ganhando espaço nas corporações.</em><br />
Este mês, o Google+ passou de 100 milhões de usuários. E o analista Paul Allen (que publica estatísticas não-oficiais do serviço) prevê que até o final de 2012 o número de usuários do Google+ será superior a 400 milhões. Quem são essas pessoas? Muitos deles são seus clientes, parceiros e profissionais de mídia. E agora com Google+ Your Business, a Google está tentando tornar mais fácil para você se conectar a eles, de forma gratuita.<br />
Então por que você deve experimentar o Google+, especialmente se você já estiver usando o Facebook e o Twitter para o marketing de mídia social?<br />
Seguem oito formas através das quais o Google+ pode ajudar a sua empresa.</p>
<p><strong>1. Melhora a sua posição no ranking do buscador.</strong><br />
Qual empresa você acha que vai ter melhor classificação na busca do Google, a que usa o Google+ ou a que só usa o Facebook? (Isso seria uma pergunta retórica)</p>
<p>&#8220;Quando você busca no Google o nome da nossa empresa &#8211; Brandignity &#8211; o nosso perfil no Google+ aparece no topo dos resultados de busca, o que realmente ajuda&#8221;, afirma Maciej Fita, Diretor de SEO da Brandignity, empresa de marketing de mídia social. &#8220;Muitas vezes os clientes, e os potenciais clientes, procuram o nome da empresa antes de tomar a inciativa de nos procurar, então isso ajudou-nos a espalhar a nossa voz digital de uma forma muito mais eficiente.&#8221;<br />
<strong>2. Fornece um algo a mais para a colaboração.</strong><br />
&#8220;O Google+ é uma obrigação para os CIOs que tentam incentivar a colaboração&#8221;, afirma David Politis, fundador da BetterCloud, que fornece produtos para o Google Apps. &#8220;Em um mundo plano, ferramentas sociais como o Google+ são um suporte para o compartilhamento rápido e fácil de documentos, imagens, etc, doméstico ou transfronteiras, possibilitando aumento de produtividade por uma pequena fração do preço de reuniões convencionais&#8221; ou de sistemas de videoconferência.<br />
<strong>3. Possibilita a realização de video chat com clientes, colegas e a mídia, de graça.</strong><br />
Falando em colaboração, uma das funcionalidades maos badaladas do Google+ é o Hangouts, recurso que permite a realização de video chats. &#8220;O Hangouts funciona bem para a realizaçãp de vídeoconferência com membros do seu círculo&#8221;, diz Kenneth C. Wisnefski, fundador e CEO da WebiMax, uma empresa de Search Engine Optimization (SEO) que tem usado o Google+ para bate-papo de vídeo com até seis pessoas (o serviço pode receber até 10 pessoas atualmente). &#8220;O recurso &#8216;compartilhar a tela&#8221; funciona muito bem &#8220;, observa ele. No entanto, &#8220;garanta que você terá uma conexão de internet segura e rápida, caso contrário, o vídeo poderá ser de baixa qualidade e baixa resolução.&#8221;</p>
<p>O Hangouts é particularmente útil para as organizações com trabalhadores em escritórios fisicamente distantes. &#8220;Eu gerencio os funcionários e profissionais liberais na América do Norte, Ásia e Europa&#8221;, explica Casey Armstrong, sócio e COO da webbROI, empresa de marketing online. &#8220;Através do Hangouts somos capazes de colaborar em tempo real, compartilhando a tela no Google Docs e através de video chat. Além disso, mesmo que eu esteja viajando, posso participar de vídeos chat através de meu iPhone. O Google+ está em toda parte.&#8221;<br />
<strong>4. Possibilita passar a sua mensagem para o público certo com apenas um clique.</strong><br />
&#8220;Os Círculos do Google são de valor inestimável&#8221;, afirmam Ross Kimbarovsky e Mike Samson, co-fundadores da crowdSPRING. &#8220;Pense em círculos como seus grupos de clientes. A maioria das empresas terá uma variedade de grande de grupos de clientes e às vezes você querer se comunicar separadamente com cada grupo&#8221;, explicam.<br />
Com o Google+ você pode colocar os clientes em diferentes grupos ou &#8220;círculos&#8221; (pela geografia, pela idade, por interesse) e, então, se comunicar com cada círculo separadamente, ou com múltiplos círculos ao mesmo tempo. &#8220;Por exemplo, criamos um grupo de clientes fiéis. Nós podemos personalizar ofertas e promoções especificamente para os clientes sem enviar as mesmas ofertas para o resto do mundo ou para outros clientes.&#8221;<br />
<strong>5. Possibilita a realização de Focus Groups gratuitos.</strong><br />
Por que pagar por pesquisas quando você pode usar o Google para obter respostas a perguntas ou obter feedback dos clientes? Isso é o que a SEER Interactive, uma empresa de marketing de busca, fez recentemente. A SEER usou sua página Google+ para hospedar uma longa sessão de perguntas e respostas cobrindo tópicos de SEO e de PPC. &#8220;O resultado foi uma conversa animada no Google+ com mais de 100 comentários ao longo de uma hora&#8221;, diz Wil Reynolds, fundador da SEER Interactive.<br />
<strong>6. É bom para o marketing B2B.</strong><br />
Se você estiver querendo se conectar a outras empresas, o Google+ Your Business é uma ferramenta que pode ajudar. &#8220;Nós descobrimos que o Google+ é útil para a aquisição de novos clientes&#8221;, explica Mike Rheaume, co-fundador da SnapKnot, um diretório on-line de fotógrafos de casamento.<br />
&#8220;O Google+ é visual e participativo, o que significa que os fotógrafos podem facilmente compartilhar e comentar sobre o trabalho dos outros. Para nós, isso significa facilidade de compartilhar fotografias e conteúdos relacionados e se conectar com fotógrafos individuais [clientes-alvo da SnapKnot] para além das principais ferramentas de mídia social como Twitter e Facebook. Ao usar o Google+ a SnapKnot alcançou uma alta taxa de conversão, razão pela qual Rheaume considera o serviço uma excelente ferramenta de marketing B2B.<br />
<strong>7. Possibilita usar uma potencialmente poderosa ferramenta de PR.</strong><br />
Usando os círculos do Google+ você pode direcionar o seu público e as relações com a mídia. &#8220;Se difundirmos uma mensagem, sabemos que ele será vista por usuários que são mais propensos a responder, incluindo personalidades-chave da indústria e editores&#8221;, afirma Mike Essex, gerente de marketing on-line dam Koozai, uma agência britânica de marketing digital.<br />
<strong>8. Ajuda a promover o reconhecimento da marca.</strong><br />
&#8220;Com o surgimento da web social, tornou-se essencial para as marcas construir sua reputação online&#8221;, afirma Karim Guessous, fundadora e CEO da Tradepal, uma rede de comércio peer-to-peer. &#8220;A Google+ dá uma oportunidade única para um produto emergente, como o da Tradepal, fazer valer a nossa personalidade e envolver nossa base de usuários.&#8221; Através de sua página do Google+, as ações da Tradepal são ricas em conteúdo original e dicas, e promove o diálogo com os usuários, ajudando a solidificar e divulgar a marca.</p>
<p>Fonte: CIO</p>
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		<title>Empresas usam as redes sociais para se reinventar no mercado</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 20:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A explosão das redes sociais na internet atrai o interesse das empresas e da figura do &#8220;community manager&#8221;, uma função corporativa online, que ganha força e se configura como uma boa solução para empresas que começam ou têm que se reinventar. Sabia que graças aos inúmeros admiradores de uma página do Facebook, a Ikea fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_719" class="wp-caption alignright" style="width: 295px"><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/facebookk.jpg" rel="lightbox[718]" title="socialmedia"><img class="size-medium wp-image-719" title="socialmedia" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/facebookk-285x157.jpg" alt="" width="285" height="157" /></a><p class="wp-caption-text">Livro Socialholic, dos irmãos Polo, fala da importância das redes sociais para empresas | Foto: EFE</p></div>
<p>A explosão das redes sociais na internet atrai o interesse das empresas e da figura do &#8220;community manager&#8221;, uma função corporativa online, que ganha força e se configura como uma boa solução para empresas que começam ou têm que se reinventar.</p>
<p>Sabia que graças aos inúmeros admiradores de uma página do Facebook, a Ikea fez uma festa do pijama só para eles? Sim, a empresa sueca vem se transformando em uma das companhias mais inovadoras convidando seus fãs para lanches, massagens e sessões de manicure.</p>
<p>Tudo começou quando a empresa soube da existência de uma página do Facebook que foi &#8220;curtida&#8221; por 98 mil pessoas denominada &#8220;I Wanna Have a Sleepover in Ikea&#8221; (&#8220;Quero fazer uma festa do pijama na Ikea&#8221;) e, para a surpresa dos usuários que se comunicavam ali, tornou a ideia possível. Foi organizado um concurso entre os admiradores e alguns foram convidados a passar a noite em uma das lojas.</p>
<p>Outro exemplo desta interação com os clientes foi protagonizado pela marca Levi&#8217;s, que apostou em uma ferramenta menos conhecida, o Instagram, para se aproximar das pessoas. Através da hashtag &#8220;#iamlevis&#8221;, a grife recrutará, entre os internautas que fizerem upload de suas fotos, os próximos protagonistas de seus comerciais.</p>
<p>Este é um fenômeno denominado Marketing Social Media: trata-se não só de pensar e executar campanhas diferentes, mas também de estar atento ao que acontece e escutar os clientes para surpreendê-los.</p>
<p><strong>Brasil, um País bem &#8220;tuiteiro&#8221;</strong></p>
<p>Entre 2008 e 2011, o número de usuários de redes sociais duplicou e 31% deles entram no Facebook várias vezes ao dia. Sete em cada dez usuários da internet móvel se conectam a alguma plataforma social através de seu dispositivo, e 29% o fazem diariamente.</p>
<p>Um estudo realizado pela Universidad Complutense de Madrid (UCM) junto com a empresa de consultoria de comunicação digital Top Position apontou que 97,7% dos vestibulandos espanhóis são usuários de uma ou mais redes sociais.</p>
<p>A análise também destacou que Brasil, Itália e Espanha são os países com maior uso das redes sociais como perfil pessoal. O Brasil, uma das maiores economias emergentes do mundo, é o segundo país que mais envia mensagens do Twitter no planeta, atrás dos Estados Unidos.</p>
<p>O diretor-geral da Google para a América Latina considera que a região oferece grandes oportunidades de crescimento. &#8220;Curiosamente, o usuário latino-americano hoje está mais avançado do que as empresas no uso da internet&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Os números falam por si e constatam que as redes sociais chegaram para ficar. Em seu livro Socialholic, os irmãos Fernando e Juan Luis Polo explicam a importância das redes sociais para as empresas no marketing atual.</p>
<p><strong>Marketing de Mídias Sociais para empresas mais inovadoras</strong></p>
<p>Os dois são donos da agência madrilena Territorio Creativo, empresa de consultoria de Social Media Marketing, e seu trabalho é ajudar as empresas mais inovadoras a explorar todas as possibilidades que as redes sociais oferecem.</p>
<p>Fazendo jus à sua filosofia e por conta do lançamento do primeiro blog corporativo sobre marketing publicado pela agência, o &#8220;eTc&#8221;, (territoriocreativo.es/blog), foi cuidadosamente elaborada uma estratégia de marketing. O resultado foram 4 mil visitas na primeira semana e 200 assinaturas em dez dias, além de o número de acessos do site ter se multiplicado por dez.</p>
<p>Enquanto muitas empresas pensam que as redes sociais são como um &#8220;alto-falante&#8221;, o importante é que sua equipe adquira o hábito de usar estas ferramentas. &#8220;É uma vantagem competitiva criar dentro da empresa um mercado das ideias&#8221;, comenta Juan Luis.</p>
<p>Socialholic não é só o nome do livro, mas também um novo conceito com o qual os irmãos Polo denominam o consumidor atual. &#8220;Uma pessoa conectada com o mundo, ligada à atualidade, com muita vontade de compartilhar as coisas e que encontrou a tecnologia como aliada. O consumidor ganha poder e é preciso começar a investir na relação com os clientes&#8221;, explica Juan Luis.</p>
<p>Segundo a dupla, &#8220;agora as marcas não têm mais desculpa para não escutar os clientes e agir&#8221;. &#8220;Coletar pedidos, dicas, propostas e ideias que chegam via redes sociais e que podem se tornar realidade caso sejam tomadas decisões de uma maneira rápida e inteligente. Essa é uma nova filosofia, na qual é importante interagir com os usuários&#8221;.</p>
<p><strong>Consumidores no poder</strong></p>
<p>De acordo com os especialistas, a quantidade infinita de informações disponíveis na rede e a facilidade e rapidez geradas por seu uso praticamente obrigam as empresas a serem mais transparentes. &#8220;Se o consumidor observar algo que não lhe agrada, pode expor isso na web em forma de comentário, vídeo ou fotos, o que pode se transformar no pior pesadelo para a companhia&#8221;.</p>
<p>Os comentários dos internautas adquirem tanta importância que é possível que os consumidores sejam influenciados na decisão de compra. Segundo o Observatório Nacional das Telecomunicações e da Sociedade da Informação espanhol, 47,4% dos usuários que obtêm informações sobre produtos ou serviços se mostram &#8220;bastantes ou muito influenciados&#8221; pelo julgamento feito por outras pessoas na internet.</p>
<p>&#8220;É evidente que você vai confiar mais em um amigo do que em uma empresa. Isso sempre aconteceu, mas agora vemos isso na rede por meio dos comentários&#8221;, comenta Juan Luis. Por essa razão, os irmãos Polo apostam na figura do &#8220;community manager&#8221;, que se encarrega de cuidar e manter a comunidade de fiéis seguidores que a marca ou empresa atrair, além de ser o elo entre as necessidades deles e as possibilidades da companhia.</p>
<p>&#8220;Para isso, deve ser um verdadeiro especialista no uso das ferramentas de Social Media&#8221;, explica a dupla. Há empresas líderes que estão formando seus empregados para que possam falar por elas, em vez de estabelecer interlocutores oficiais. Segundo os autores de Socialholic, o objetivo é conseguir com que toda a empresa seja um &#8220;community manager&#8221;.</p>
<p>A importância das redes sociais é evidente, mas há muitas empresas que se mantêm reticentes à mudança e encontram barreiras que as impedem de explorar esse novo horizonte. Juan Luis considera que o principal obstáculo é fazer com que a companhia compreenda o que os meios sociais podem fazer por sua rentabilidade, produtividade e competitividade.</p>
<p>&#8220;Somos especialistas em ajudar esse tipo de empresas. É preciso fazer isso de dentro, levando em conta que em muitas delas há funcionários que talvez não saibam se relacionar em comunidade. É preciso ensiná-los a fazê-lo e criar equipes&#8221;, explica.</p>
<p>Para isso existe uma infinidade de ferramentas, como portais internos, com os quais os empregados podem se comunicar entre si, opinar, apresentar novos aprendizados. Aprender a denominada &#8220;gestão do conhecimento&#8221; é bastante importante. &#8220;É um processo longo que requer o envolvimento de toda a companhia&#8221;, reforçam os irmãos.</p>
<p>Fonte: Terra Tecnologia</p>
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		<title>Polycom anuncia novo software para smartphones</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 17:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já amplamente utilizado pelos usuários de tablets, o novo aplicativo representa uma nova maneira de aumentar a produtividade, eliminar as barreiras de distância e de tempo, e de se conectar a especialistas onde quer que eles estejam A Polycom, Inc. (Sigla na Bolsa Nasdaq: PLCM), líder mundial em comunicações unificadas baseadas em padrões (UC), anuncia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já amplamente utilizado pelos usuários de tablets, o novo aplicativo representa uma nova maneira de aumentar a produtividade, eliminar as barreiras de distância e de tempo, e de se conectar a especialistas onde quer que eles estejam</p>
<p>A Polycom, Inc. (Sigla na Bolsa Nasdaq: PLCM), líder mundial em comunicações unificadas baseadas em padrões (UC), anuncia o lançamento do novo software Polycom® RealPresence® Mobile para smartphones, disponível no início de março para o Apple iPhone 4S, e dentro em breve, para os smartphones Android 4.0 (Ice Cream Sandwich). O RealPresence Mobile, através de sua plataforma Polycom® RealPresence®, é uma solução segura de software de vídeo corporativo para dispositivos móveis, que amplia o alcance da colaboração de vídeo para além da sala de reunião, permitindo aos usuários de dispositivos móveis se conectarem facilmente com outros sistemas de vídeo baseados em padrões, incluindo salas de vídeo imersivas, sistemas de grupos/desktops, laptops, tablets e smartphones com qualidade HD.</p>
<p>Em outubro de 2011, a Polycom anunciou pela primeira vez o seu software aplicativo móvel para tablets, que inclui agora o Apple iPadTM 2, Motorola XOOMTM , DROID XYBOARD da Motorola, e o Samsung Galaxy TabTM 10.1, para proporcionar aos usuários móveis colaboração de vídeo segura, com qualidade HD. O software aplicativo RealPresence Mobile para tablets e smartphones está disponível  através de download gratuito a partir do Apple App StoreSM e do Android MarketTM e, combinado com a plataforma Polycom RealPresence, proporciona aos clientes uma verdadeira solução móvel corporativa.</p>
<p>A Plataforma RealPresence &#8211; a infraestrutura de software mais abrangente para colaboração de vídeo &#8211; possibilita a telepresença de HD da Polycom , líder de mercado, e as soluções de vídeo, em qualquer ambiente. Com a sua abordagem de padrões abertos, a Plataforma RealPresence se integra com centenas de aplicativos, dos principais fornecedores, na área de negócios e comunicações, incluindo aplicativos para IM/presença, controle de chamadas, conferências via web e negócios móveis e sociais. Analogamente à conexão de um smartphone a um servidor corporativo de e-mail, o RealPresence Mobile pode ser registrado na Plataforma RealPresence, permitindo aos clientes utilizarem recursos avançados, incluindo provisionamento, gerenciamento, travessia de firewall, compartilhamento de conteúdos e conectividade com desktops bem como sistemas de salas de imersão , incluindo chamadas com múltiplos participantes.&#8221;</p>
<p>O objetivo da Polycom é tornar a colaboração por vídeo onipresente, fornecendo software fácil de utilizar, baseado em padrões, a qualquer usuário com qualquer equipamento. Com mais de um bilhão de teletrabalhadores, o Polycom RealPresence Mobile &#8211; tanto para tablets como para smartphones &#8211; coloca a colaboração por vídeo ao alcance potencial de milhões mais, permitindo a qualquer pessoa colaborar visualmente com colegas, clientes e parceiros, independentemente de sua localização física&#8221;, diz Andy Miller, CEO da Polycom. &#8220;Os clientes querem colaborar com  em qualquer lugar, e as soluções de vídeo RealPresence tornam isto possível, estabelecendo uma conexão perfeita com pessoas que estão na estrada, em casa ou no escritório, em salas de reunião ou em salas de imersão&#8221;.</p>
<p>&#8220;Na NHS Lothian nós nos concentramos em proporcionar assistência de saúde da melhor qualidade aos pacientes de Edinburgo e dos Lothians, e em oferecer uma gama de serviços regionais e nacionais a pacientes em toda a Escócia. A colaboração de vídeo desempenha um importante papel neste empreendimento. Para capacitar ainda mais os nossos profissionais de saúde a fazerem isto, estamos implantando o Polycom RealPresence Mobile, que nos permitirá consultar nossos pacientes, de modo flexível, através de dispositivos móveis e, por sua vez, utilizar plenamente o nosso investimento de TI nas soluções de videoconferências da Polycom. Esta abordagem nos possibilita a conexão e comunicação de várias maneiras e com diversos dispositivos, permitindo que as equipes clínicas se concentrem em proporcionar assistência aos pacientes, em tempo hábil e de modo eficiente. O anúncio de hoje, de que a Polycom está adicionando smartphones e o Apple iPhone 4S, nos proporciona ainda mais flexibilidade&#8221;, diz Ian Robertson, Diretor de Infraestrutura de TI e de operações da NHS Lothian.</p>
<p>Colaboração por Vídeo e a Sociedade Móvel Virtual<br />
A colaboração por vídeo já tem sua importância  reconhecida para os negócios das empresas, e como solução que melhora o trabalho em equipe, a tomada de decisões colaborativa, a produtividade organizacional, a confiança e o engajamento de empregados e clientes, e também reduz as despesas de viagem. Ao mesmo tempo, a geração que está entrando hoje no mercado de trabalho e os recentes avanços tecnológicos impulsionam uma sociedade móvel virtual. Os fatores que impulsionam esta tendência são:  a geração do novo milênio que cresceu com aplicativos de vídeo como o YouTube (3 bilhões de downloads por dia), e conversas por vídeo  ou &#8220;video-chats&#8221; (11 bilhões de chats até 2015); a proliferação de tablets móveis e smartphones equipados com câmeras; a chegada das redes 3G, 4G e Wi-Fi; e os serviços &#8220;em nuvem&#8221;.</p>
<p>Segundo declarações do Gartner, foram entregues 472 milhões de smartphones em 2011, um aumento de 53% em relação a 2010, e eles representam agora quase um terço das vendas de telefones.(1)  Ao mesmo tempo, o Gartner continua otimista quanto às oportunidades do mercado de mídia em tablet, prevendo mais de 320 milhões de unidades vendidas em 2015, com vendas acumuladas acima de 900 milhões até o fim daquele ano.(2). Além disso, 92 por cento das companhias da lista das 500 maiores da revista Fortune estão testando ou utilizando iPads atualmente, e muitas empresas estão lançando iniciativas &#8220;Bring Your Own Device&#8221; (BYOD).(3)</p>
<p>Recursos do RealPresence Mobile para o iPhone 4S</p>
<p>O RealPresence Mobile no iPhone 4S possui uma interface de usuário intuitiva para videoconferências individuais ou com vários participantes com qualidade HD, o que permite aos usuários visualizar conteúdos (p.ex., apresentações), alternando a imagem entre o conteúdo e os participantes da conferência. Esta solução oferece  vídeo e áudio Polycom para melhor qualidade e experiência corporativa, permitindo aos usuários bloquearem sua imagem de vídeo durante uma reunião, se assim o desejarem.</p>
<p>Novos Recursos do RealPresence Mobile para o iPad2</p>
<p>Em um comunicado análogo, a Polycom também anuncia upgrades de software do RealPresence Mobile para o iPad2, incluindo a capacidade de compartilhar arquivos PDF do tablet com outros participantes da videoconferência. A Polycom  tem planos para disponibilizar futuramente este recurso, bem como opções adicionais de linguagens, para os dispositivos móveis iPhone 4S e Android.</p>
<p>IVerticais Utilizando o Vídeo Móvel Diversas verticais estão utilizando cada vez mais a tecnologia de colaboração por vídeo, como o Real Presence Mobile da Polycom, para permitir que seus funcionários se conectem a partir de qualquer lugar e a qualquer momento:</p>
<p>• Educação &#8211; Os estudantes podem ficar conectados com professores, quer estejam na sala de aula ou em casa. • Governo &#8211; Especialistas móveis podem analisar situações em tempo real com centros de crise e equipes de emergência, poupando um tempo precioso no processo decisório.<br />
• Assistência de saúde &#8211; Um médico pode utilizar um dispositivo móvel para uma colaboração por vídeo com especialistas, a fim de dinamizar sessões remotas de telemedicina, prestando melhor assistência para o paciente.<br />
• Indústria &#8211; O controle de qualidade pode ter olhos e ouvidos no chão de fábrica a fim de facilitar a inspeção remota, a manutenção pode agilizar os reparos e o setor de operações pode reduzir o tempo de chegada ao mercado.<br />
Observação para os Editores Multimídia está disponível em: http//media.polycom.com/global/videos/polycom-mobility.wmw</p>
<p>Fonte: Site Segs</p>
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		<title>Videoconferência atende de artistas a usuários de redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 20:59:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Videoconferência atende de artistas a usuários de redes sociais Por Carla Peralva São Paulo, 22 (AE) &#8211; O cenário é um jantar para 80 pessoas na galeria Lehmann Maupin Gallery em Nova York. Um dos anfitriões, o artista plástico Sandro Kopp, circula com a namorada, a atriz Tilda Swinton, ao lado e um notebook no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Videoconferência atende de artistas a usuários de redes sociais Por Carla Peralva São Paulo, 22 (AE) &#8211; O cenário é um jantar para 80 pessoas na galeria Lehmann Maupin Gallery em Nova York. Um dos anfitriões, o artista plástico Sandro Kopp, circula com a namorada, a atriz Tilda Swinton, ao lado e um notebook no colo. Na tela, o segundo anfitrião, o cineasta Wes Anderson, recebe os convidados via Skype. Eles celebram a exposição das últimas obras de Kopp e não poderiam estar mais à vontade: são usuários assíduos do serviço de videoconferência e mantém uma relação próxima com ele.</p>
<p>Kopp só pinta retratos. Só de amigos. E só via Skype. No evento, em 31 de janeiro, o pintor disse ao &#8220;New York Times&#8221;: &#8220;Uso a tecnologia para criar uma forma antiquada de arte. O Skype permite que você fique muito íntimo das pessoas. Os retratos são sobre estar presente&#8221;. Estar presente. Esse é o grande chamariz das tecnologias de videoconferência, que não são mais privilégio de salas empresariais bem equipadas.</p>
<p>Segundo Sudahakar Ramakrishna, diretor geral de desenvolvimento da Polycom, a adoção das chamadas em vídeo por consumidores comuns é tendência já percebida há algum tempo. Ela seria motivada principalmente por dois motivos: a popularização de aparelhos móveis, sobretudo tablets, e a diminuição da fronteira entre consumidor empresarial e comum &#8211; as mesmas tecnologias permeiam a vida profissional e pessoal dos usuários. De acordo com levantamento da GigaOM, até 2015, 140 milhões de pessoas usarão videoconferências como principal forma de comunicação em aparelhos móveis.</p>
<p>Para Ramakrishna, cabe à indústria desmitificar a tecnologia e simplificar seu uso. &#8220;Acreditamos que, em alguns anos, uma chamada em vídeo será tão fácil de ser feita quanto um telefonema&#8221;, diz ele. As principais redes sociais já entenderam a demanda por chats em vídeo e incluíram o serviço em seus sistemas: Twitcam, uma parceria do Twitter com o Livestream, Skype integrado ao Facebook e o Hangout, função nativa do Google Plus. O lançamento de tablets com câmeras na frente e a criação de aplicativos de videoconferência também contribuíram para a popularização do serviço, que tende a avançar cada vez nos aparelhos móveis. Dessa tendência surge a preocupação: a internet móvel brasileira tem qualidade suficiente para suportar bem serviços de chamada em vídeo? Ramakrishna acredita que sim e que a deficiência de infraestrutura brasileira pode, na verdade, ser um fator de ajuda para a evolução da qualidade da rede no País.</p>
<p>&#8220;O Brasil não tem um forte legado de infraestrutura, o que possibilita pular gerações de tecnologia. Por exemplo, a penetração de banda larga sem fio é muito mais rápida em países como o Brasil. Nos EUA, há diversas gerações de serviços e infraestrutura com que temos que nos preocupar.&#8221; BOX VIDEOFONE &#8211; Tango: O app faz chamadas gratuitas de vídeo e de voz entre diferentes plataformas. Funciona nas redes 3G, 4G e Wi-Fi. Gratuito para PC, iOS, Android e Windows Phone. &#8211; Fring: Até quatro pessoas podem conversar em vídeo ao mesmo tempo em grupo. Também faz chamadas de voz e possui um chat que integra contatos de serviços como Google Talk, MSN Messenger e ICQ. Gratuito para iOS, Android e Nokia. &#8211; Skype: Faz chamadas de vídeo e de voz gratuitamente para quem também tem o aplicativo. Mas, pagando tarifas, também é possível ligar para celulares e telefones fixos.</p>
<p>Possui integração com os contatos e o Feed de Notícias do Facebook. Gratuito para iOS, Android e Symbian. &#8211; Nimbuzz: Além de fazer videoconferência, reúne atualizações das principais redes sociais e possui um ?messenger? próprio. Gratuito para PC, iOS, Android e Nokia. &#8211; Facetime: Aplicativo nativo da Apple para chamadas de vídeo. Disponível para iPhone 4 e 4S, quarta geração do iPod Touch, iPad 2 e computadores com Mac OS X.</p>
<p>Fonte: R7</p>
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