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	<title>SOLUTIONE / Videoconferência, Telepresença, Multimídia</title>
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	<description>Recife, São Paulo, Rio de Janeiro: comercial@solutione.com.br</description>
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		<title>Deixar o usuário escolher a tecnologia que quer usar pode ser mais produtivo</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 19:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria das pessoas com quem converso sobre consumerização de TI a confunde com o fenômeno de trazer o seu próprio dispositivo (BYOD) atribuído à usuários de iPhone e iPad. Isto não é o caso. Na verdade, o fenômeno da consumerização antecede o iPhone por muitos anos. Eu diria que a Salesforce.com foi o primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/02/cont__171.jpg" rel="lightbox[702]" title="Businesswoman Sitting in a Wheelchair Working on Her Laptop"><img class="alignright size-medium wp-image-703" title="Businesswoman Sitting in a Wheelchair Working on Her Laptop" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/02/cont__171-285x157.jpg" alt="" width="231" height="127" /></a>A maioria das pessoas com quem converso sobre consumerização de TI a confunde com o fenômeno de trazer o seu próprio dispositivo (BYOD) atribuído à usuários de iPhone e iPad. Isto não é o caso. Na verdade, o fenômeno da consumerização antecede o iPhone por muitos anos.</p>
<p>Eu diria que a Salesforce.com foi o primeiro grande impulso de consumerização, com o provedor de SaaS alvo dos usuários de negócios e a equipe de TI evitando a contratação na tentativa de forçar o uso de tecnologias já adotadas na empresa. Lembra-se de todos aqueles anúncios sobre serviços na nuvem? Eles não foram feitos para apelar à TI. Você pode até mesmo discutir se a Internet e seu acesso irrestrito não foi a primeira onda da consumerização &#8211; ou os laptops antes disso.</p>
<p>Independente de qual inovação foi a primeira a capacitar os usuários individuais tecnologicamente, é claro que consumo de TI diz respeito à tecnologia &#8220;dirigida&#8221; pelos usuários finais. Com o BYOD, o fenômeno ficou tão visível e inexorável que finalmente a tendência da consumerização da TI começou a pressionar de fato os CIOs, obrigados a confrontar publicamente um assunto que muitos tinham lidado em silêncio por um tempo. Algumas novas tecnologias são verdadeiramente centradas nos usuários e devem ser deixadas como tal.</p>
<p>Outras têm implicações no back-end, onde a TI precisa estar envolvida. Muitas vezes, porém, é dito ou tentado o envolvimento maior com cada tecnologia, que é uma tarefa de Sísifo. TI deve dar um passo atrás, e primeiro compreender o que os usuários vão usar, para determinar onde o quando será realmente necessário o envolvimento da TI.</p>
<p>Tenho alguns palpites: os dispositivos móveis, os serviços de cloud computing, a tecnologia social, a análise exploratória, e aplicações especiais (ou seja, aplicativos para trabalho específico dos usuários). Algumas empresas de pesquisa não incluem essa última tecnologia, e outros adicionam vídeo à mistura &#8211; uma previsão perene que é simplesmente um formato de comunicação e não uma ferramenta em si, como as outras.</p>
<p>A lista é curta, mas as ferramentas que se enquadram nessas categorias são muitas. Se percebeu estas categorias, a equipe de TI pode ser capaz de antecipar onde vão entrar em jogo, bem como compreender a lógica subjacente para eles. Por exemplo, smartphones e tablets tornam as informações mais acessíveis, a computação mais portátil, e todos os tipos de comunicação mais fáceis. A análise exploratória &#8211; especialmente quando a tarefa é analisar dados externos não estruturados e fontes de Big Data para complementar o conhecimento mantido dentro da empresa &#8211; permitem que os usuários de negócios teorizem sobre possíveis mudanças no mercado e as oportunidades para aumentar as receitas ou reduzir as despesas.</p>
<p><strong>Essas tecnologias partem de dois aspectos fundamentais.</strong></p>
<p>Para começar, são muito pessoais, com os usuários escolhendo aquelas que mais se adequam ao seu estilo de trabalho, às suas preferências de uso, e formas de pensar. Muitas vezes, a TI ignora o fato de que as pessoas pensem de maneira diferente, e que os artesãos de todos os matizes sempre tiveram ferramentas favoritas que simplesmente funcionavam melhor para eles. Parece que é a mesma coisa, no fim das contas. Assim como os chefes, os operários, médicos e escultores têm ferramentas favoritas, agora os profissionais da informação também. É por isso que você começa discussões acaloradas sobre Android vs iOS, ou pessoas que juram que o mapeamento mental funciona.O outro aspecto comum é que todos elas são aplicadas diretamente ao trabalho. São front-end technlogies, não back-end. Os indivíduos as utilizam para realizar o que eles foram contratados para realizar. A propriedade individual &#8211; expertise, na verdade &#8211; reflete a história da pessoa e as experiências que a fizeram bem sucedida.</p>
<p>Em outras palavras, são tecnologias idiossincráticas &#8211; o oposto da padronização, das tecnologias quase robóticas que a TI foi encarregada de entregar em nome da eficiência. E é por isso que muitas vezes há esse choque entre a TI e os usuários com poderes de escolha.</p>
<p>Com isso em mente, de repente, o CIO terá maiores chances de ver que, muitas vezes, essas ferramentas não são escolhas ignorantes ou exigências triviais, embora possam parecer assim às vezes &#8211; mas isso não vem ao caso. Elas podem sim serem reflexos do indivíduo e sua abordagem para o trabalho. Esse é o ponto: usuários escolhem ferramentas que acreditam ajudá-los a fazer melhor tudo que fazem.</p>
<p>Compreeder isso pode ajudar a TI a lidar melhor com a consumerização, distinguir as ferramentas como expressões de indivíduos a partir dos princípios subjacentes e ações comuns que a TI pode entregar, e ajudar a aumentar o suporte no back-end através do uso de tecnologias e governança flexíveis em torno dos dados e dos processos.<br />
E aí a TI também precisa ter cuidado. Na tentativa de envolver estas tecnologias individuais em um cobertor de tecnologias de back-end tecnologias é importante evitar o risco de sufocar a natureza das ferramentas, bem como o risco de criar sistemas de informação paralelos &#8211; um para a TI &#8220;regular&#8221; e outro para a TI fruto da consumeriozação &#8211; e acabar com uma grande bagunça.</p>
<p>Por exemplo, recentemente, a Forrester Research identificou 16 tecnologias para apoiar a consumerização. Para mim, a lista é equivocada, propondo mais áreas onde a TI pode gastar tempo e dinheiro em uma época em os orçamentos estão encolhendo e as demandas de TI já estão muito altas.</p>
<p>Aqui está o que Forrester sugere que o CIO deve olhar: colaboração empresarial, suites de gestão de clientes, infraestrutura de arquivos, a sincronização como serviço (IaaS), gestão da inovação, gerenciamento de dispositivos móveis (MDM), plataforma como serviço (PaaS), produtividade pública de mídia social, segurança e gerenciamento de identidade, BI self-service, smartphones, ferramentas de gestão de marketing social, tablets, videoconferência, e plataformas de vídeo.</p>
<p>Alguns elementos desta lista já deveriam integrar o rol de tecnologias disponibilizadas pela TI há muito tempo: colaboração empresarial, suites de gestão de clientes, sincronização de arquivos, IaaS, gerenciamento de dispositivos móveis (que é apenas um aspecto do gerenciamento de clientes em geral), PaaS, segurança e gerenciamento de identidade, e BI self-service.</p>
<p>A maioria dos outros elemento não é e não deve ser preocupação de TI, por si só &#8211; estou pensando nos smartphones, tablets, e até mesmo ferramentas de produtividade, que são realmente ferramentas específicas de trabalho. Mas são tarefas de TI a definição das políticas para controle de acesso, autenticação de usuários, o fluxo de informações, e assim por diante &#8211; não se preocupe com os dispositivos endpoint, desde que atendam às políticas.</p>
<p>Finalmente, existem os dois casos especiais: mídias sociais e ferramentas de gestão de marketing social. Ambos podem ser considerados tecnologias departamentais que a TI pode gerenciar ou simplesmente delgar para um contratante ou provedor de nuvem, focalizando o papel da TI sobre a governança e as questões de integração de dados. Na década de 1990, a maioria das grandes empresas anulou a noção de computação departamental, que levava quase sempre à duplicação de infraestrutura e quebras no fluxos de informações e fluxos de processo. Mas, às vezes, as organizações também explodiram ou absorveram funções departamentais em ferramentas verdadeiramente maiores onde perderam seu foco.</p>
<p>Mídia social e marketing social são atividades especiais, como ferramentas de gestão de RH, ferramentas de contabilidade, e ferramentas de análise química. Elas podem ter um back-end de comunicação comum, fornecerem dados para u ERP ou sistema de CRM comuns &#8211; que a TI deve gerir -, mas as ferramentas e os processos relacionados com as tarefas especializadas pertencem às unidades de negócios e de marketing. São os tipos de áreas onde a TI e os indivíduos têm buscado uma verdadeira aliança, necessária para diferentes aspectos da tecnologia.</p>
<p>Consumerização não é um fenômeno em preto-e-branco, e lidar com as tecnologias escolhidas pelos usuários requer mais do que uma solução preto-e-branco.</p>
<p>Fonte: CIO</p>
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		<title>Aumenta uso das redes sociais para fins corporativos</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 19:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Companhias ainda estão limitadas à divulgação da marca, mas ao colocar as mídias no centro da estratégia podem observar inúmeros benefícios. Já é realidade. Cada vez mais profissionais usam rede sociais para fins corporativos . Estudo recente realizado pela consultoria IDC a pedido da Unisys comprova e aponta que a utilização destes sites no trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Companhias ainda estão limitadas à divulgação da marca, mas ao colocar as mídias no centro da estratégia podem observar inúmeros benefícios.</p>
<p>Já é realidade. Cada vez mais profissionais usam rede sociais para fins corporativos . Estudo recente realizado pela consultoria IDC a pedido da Unisys comprova e aponta que a utilização destes sites no trabalho foi duas vezes maior em 2011 em comparação com o ano anterior. E esse cenário deve se consolidar ainda mais nos próximos meses.</p>
<p>“Todos os segmentos de mercado estão caminhando para essa direção, porque é um movimento que vem de baixo para cima”, opina Paulo Roberto Carvalho, diretor de negócios de outsourcing da Unisys na América Latina.</p>
<p>De acordo com o levantamento, no Brasil, 34% dos empregados consultados afirmaram utilizar o Facebook para trabalho, ante 16% em 2010. O LinkedIn é opção de 36%, sendo que no ano anterior foi apontado por 28%.</p>
<p>“Em 2010 o uso já era significativo, mas não necessariamente patrocinado pela companhia. Em 2011, os usuários começaram a usar mais ainda as mídias sociais para executar tarefas profissionais e chamou a atenção das corporações, que passam a ver os sites de relacionamento com outros olhos”, afirma Carvalho.</p>
<p>Por outro lado, prossegue, fato curioso é que as empresas ainda utilizam as mídias sociais para iniciativas de marketing e propaganda dos produtos e serviços e ainda não aprenderam a extrair todos os benefícios das tecnologias. “As redes sociais vão além e podem ser parte estratégica, uma forma de se aproximar e escutar os clientes, ampliar a produtividade e competitividade e ainda assumir a função de ferramenta de colaboração entre os empregados”, avalia.</p>
<p>O executivo aponta que nos Estados Unidos e na Europa as redes sociais já são parte da estratégia dos negócios e os resultados podem ser observados no aumento das oportunidades, fidelização do cliente, feedback imediato dos consumidores e aproximação com o público-alvo. Segundo ele, o consumidor não se contenta mais com uma página da empresa na web, estática. “É por isso que essa comunicação interativa passa a ser vital”, assinala.</p>
<p>Fonte: IDGNow</p>
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		<title>Alegria e solidariedade no Bloco Tubarão do Porto ano V</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É só chegar janeiro que a tradição do carnaval de Pernambuco começa a bater forte. Fantasias, amigos e muita alegria permeiam os vários cantos do Estado. Blocos organizados e prontos para sair. Uma verdadeira confraternização de amigos. E foi dessa ideia que surgiu o Bloco Tubarão do Porto. Com todos os seus fundadores atuando no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/GALERIA-Tubarão-do-porto.png" rel="lightbox[681]" title="GALERIA - Tubarão do porto"></a><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/GALERIA-Tubarão-do-porto1.png" rel="lightbox[681]"><img class="size-full wp-image-685 aligncenter" title="GALERIA - Tubarão do porto" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/GALERIA-Tubarão-do-porto1.png" alt="" width="462" height="160" /></a></p>
<p>É só chegar janeiro que a tradição do carnaval de Pernambuco começa a bater forte. Fantasias, amigos e muita alegria permeiam os vários cantos do Estado. Blocos organizados e prontos para sair. Uma verdadeira confraternização de amigos. E foi dessa ideia que surgiu o Bloco Tubarão do Porto.</p>
<p>Com todos os seus fundadores atuando no Recife Antigo, mais propriamente no Porto Digital, e contagiados pelas tantas festas que aconteciam bem perto, o bloco surgiu do desejo de criar uma troça carnavalesca própria. E foi assim, entre uma cerveja e uma partidinha de dominó que surgiu o Tubarão do Porto.</p>
<p>Enganam-se quem pensa que a troça é só farra e diversão, entre uma de suas missões pode ser destacada a solidariedade. Ao comprar a camisa, além dos R$10, o folião deverá doar uma lata de leite em pó. O bloco também pede doações para algumas instituições já definidas. Esse ano as instituições beneficiados serão: NADI (Núcleo de Apoio aos Doentes do Interior), Casa do Amor e Lar de Maria.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-683" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="dsc00161-2009-jpg" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/dsc00161-2009-jpg-285x157.jpg" alt="" width="228" height="126" /></p>
<p>Em 2012 não tem fim do mundo que impeça o Bloco desfilar a alegria pelas ruas do Recife Antigo. Quem deseja participar do Tubarão do Porto &#8211; Ano V, basta procurar o ponto de troca mais próximo e adquirir a camiseta. Para mais dúvidas e informações:  http://www.tubaraodoporto.com.br</p>
<div><strong>Serviço</strong></div>
<div>Local: Rua do Apolo, 181. Data: 17/02 (sexta-feira) às 15h</div>
<div>Camiseta: uma lata de leite em pó + R$ 10</div>
<div></div>
<div><strong>Pontos de troca e doações</strong></div>
<div>1. Lumen Ótica – Rua Vicente Meira 28 loja 3 – Espinheiro – Fone: 81.342659992.<br />
2. Solutione – Rua da Guia, 142 – Recife Antigo – Fone: 81.34198181.</div>
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		<title>Novo lançamento da Cisco une telefone de mesa e tablet para uso corporativ</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 20:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[“Subsititui o computador, o smartphone, o telefone de mesa, o ponto de venda, a pequena mídia digital”. É assim que Leon Grekin, diretor do grupo de comunicações e colaboração da divisão de Customer Business Transformation da Cisco descreve o Cius, produto lançado mundialmente em julho e que chegou ao Brasil há algumas semanas com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_679" class="wp-caption alignright" style="width: 267px"><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/4743574781_0ae779d569.jpg" rel="lightbox[676]" title="CiscoCius_Solutione"><img class="size-medium wp-image-679 " title="CiscoCius_Solutione" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/4743574781_0ae779d569-285x157.jpg" alt="" width="257" height="141" /></a><p class="wp-caption-text">Novo lançamento da Cisco une telefone de mesa e tablet para uso corporativo</p></div>
<p>“Subsititui o computador, o smartphone, o telefone de mesa, o ponto de venda, a pequena mídia digital”. É assim que Leon Grekin, diretor do grupo de comunicações e colaboração da divisão de Customer Business Transformation da Cisco descreve o Cius, produto lançado mundialmente em julho e que chegou ao Brasil há algumas semanas com o preço promocional de US$ 800, válido 26 de fevereiro. O aparelho de telefonia por IP vem com um tablet acoplado, que, além de facilitar videoconferências, é removível e integra o telefone a todo o sistema de TI da companhia, permitindo uma variedade de aplicações como seu uso no projeto “Posto do Futuro” da Petrobras.</p>
<p>O Cius também integra as principais estratégias da Cisco para 2012, segundo seu presidente no Brasil, Rodrigo Abreu. “Teremos um foco muito grande em cloud, banda larga para mobilidade, e vídeo, tanto para entretenimento quanto comunicação, com vídeochamadas, e uso empresarial”, disse o executivo durante a inauguração do projeto, em parceria com a Intel e a Petrobras, no Rio de Janeiro nesta terça-feira (13).</p>
<p>Abreu destacou a importância do mercado brasileiro para a fabricante de equipamentos norte-americana, afirmando que o país está entre as 10 maiores operações da Cisco no mundo, registrando um crescimento de mais de 30% no ano fiscal de 2011, encerrado em julho. “A gente olha para o Brasil com muito interesse de investimento”, disse, lembrando que a companhia abriu recentemente uma fábrica de set top boxes no país. Segundo Abreu, isso deve ser ampliado para novos produtos no futuro, e a companhia também não descarta abrir um centro de inovação no país no futuro.</p>
<p>A aposta da Cisco na computação em nuvem não é de agora, mas novas tecnologias de virtualização e de melhor capacidade de comunicação agora permitem sua aplicação no mundo corporativo, de acordo com Abreu, o que significa uma grande oportunidade para a fabricante de equipamentos. “A nuvem não tem nada de abstrato, é uma combinação de servidores, software de gestão, rede de comunicação, armazenamento e sistemas e dispositivos de acesso”, disse.</p>
<p>Entre esses dispositivos está o Cius, solução adequada ao uso corporativo, segundo o executivo, devido a suas aplicações de gerenciamento, seu uso do sistema operacional Android, que permite o fácil desenvolvimento de novas aplicações e foi adaptado pela Cisco para assegurar maior segurança ao sistema, e a robustez do equipamento, adequado para uso no campo (o tablet pode ser utilizado de maneira remota tanto em redes WiFi quanto em redes 3G).</p>
<p>“As soluções da Cisco para os gerentes de TI permitem a gestão centralizadas de vários aparelhos”, afirmou Grekin, segundo quem o aparelho chega ao Brasil com foco inicial nas grandes empresas, e já vem sendo usado por diversos clientes no país em versão piloto.</p>
<p>Fonte: TeleSíntese</p>
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		<title>iOS já é a plataforma mais popular nas corporações, segundo a Cisco</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 14:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O estudo &#8220;The Connected World&#8221; é mais um a pontar a rejeição dos jovens ao uso dos diferentes modelos de Blackberry. Na realização de pesquisas para o relatório de segurança anual Cisco 2011, que aprofunda os impactos do comportamento de universitários e jovens profissionais, de menos de 20 anos, para a segurança das empresas, buscou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo &#8220;The Connected World&#8221; é mais um a pontar a rejeição dos jovens ao uso dos diferentes modelos de Blackberry.</p>
<p>Na realização de pesquisas para o relatório de segurança anual Cisco 2011, que aprofunda os impactos do comportamento de universitários e jovens profissionais, de menos de 20 anos, para a segurança das empresas, buscou identificar as plataformas de dispositivos móveis mais populares entre eles. Surpreendentemente, o BlackBerry, da RIM, que até aqui têm sido aceito na maioria das empresas, aparece na quarta posição. Ainda mais surpreendente, talvez, é que os dispositivos iOS, da Apple, como o iPhone, o iPad, e até o iPod aparecem hoje como plataforma dominante. Os dispositivos Android detém o segundo lugar, com os aparelhos Nokia/Symbian em terceiro.</p>
<p>Estes resultados ressaltam a poderoso impacto que a consumerização de TI teve sobre as empresas em apenas um curto período: o primeiro iPhone foi lançado em 2007, e o o primeiro celular Android disponível comercialmente é de 2008.</p>
<p>Os resultados constam do relatório Cisco Connected World Technology, encomendado pela Cisco e realizado pela InsightExpress através de duas pesquisas: uma com universitários e outra com um grupo de jovens profissionais com até 20 anos de idade. Cada pesquisa incluiu 100 participantes, em cada um dos 14 países onde foi aplicada (Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, México, Rússia, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos), totalizando 2.800 indivíduos.</p>
<p>O estudo revela ainda que três em cada quatro jovens profissionais em todo o mundo (77%) têm vários dispositivos, como um laptop e um smartphone ou vários telefones e computadores. Trinta e três por cento dos jovens profissionais (um em cada três) afirmam usarem pelo menos, três dispositivos para o trabalho.</p>
<p>Fonte: CIO</p>
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		<title>Mobilidade impulsiona adoção de comunicações unificadas</title>
		<link>http://www.solutione.com.br/mobilidade-impulsiona-adocao-de-comunicacoes-unificadas/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 21:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com consumerização ganhando espaço no ambiente corporativo, companhias entendem que tecnologia pode unir os dois mundos de forma eficiente. Nos últimos anos, Art Johnston, CIO da Argo Turboserve Corporation deixou de pensar em comunicações unificadas (do inglês UC) como tecnologia opcional para vê-la como &#8220;estratégia necessária para ampliar a competitividade no setor de atuação”, diz. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com consumerização ganhando espaço no ambiente corporativo, companhias entendem que tecnologia pode unir os dois mundos de forma eficiente.</p>
<p>Nos últimos anos, Art Johnston, CIO da Argo Turboserve Corporation deixou de pensar em comunicações unificadas (do inglês UC) como tecnologia opcional para vê-la como &#8220;estratégia necessária para ampliar a competitividade no setor de atuação”, diz.</p>
<p>O executivo da companhia, que realiza gerenciamento personalizado da cadeia de fornecimento e serviços de engenharia nuclear, passou a compreender a importância de assegurar que os funcionários da empresa sejam capazes de acessar todas as ferramentas de comunicação a qualquer hora e a partir de qualquer lugar.</p>
<p>&#8220;Nosso valor agregado aos clientes é possibilitar que eles tenham respostas imediatas  aos seus problemas&#8221;, explica ele. É aí que entra a importância de comunicações unificadas, completa.</p>
<p>UC reúne todos os diferentes componentes de hardware e software que os profissionais usam para se manterem conectado, seja a partir do telefone à moda antiga ou para realiza chat em vídeo, e faz com que os canais estejam disponíveis a qualquer hora, em qualquer lugar e a partir de qualquer dispositivo.</p>
<p>&#8220;A ideia é que todo esse canal de comunicação exista em uma única interface&#8221;, explica Melanie Turek, analista da tecnologia da empresa de pesquisa Frost &amp; Sullivan.</p>
<p>Em um ambiente ideal de UC, um funcionário poderia receber uma chamada no telefone celular de alguém que, na verdade, ligou para o número do escritório; participar de uma conferência web por meio do laptop; ter acesso a caixa de recados de voz a partir de um desktop em escritório satélite e usar aplicação de presença on-line para ver se um colega está disponível para responder a uma questão urgente. Tudo isso usando sistema único de ferramentas acessível em qualquer dispositivo.</p>
<p>Esse é o objetivo que Johnston vai perseguir depois de escolher a plataforma de UC. O plano deve ser colocado em prática no segundo trimestre de 2012 para a maioria do time de força de vendas da Argo Turboserve e ainda para a equipe de engenharia. “Comunicações unificadas é tecnologia vital para a nossa empresa trabalhar com clientes e parceiros”, avalia o executivo.</p>
<p><strong>UC em alta<br />
</strong>A adoção de comunicações unificadas tem crescido nos últimos anos, mas o interesse entre os líderes de TI era, na maioria das vezes, mais teórico do que prático. Infraestrutura e custo eram obstáculos para viabilizar a implementação em larga escala.</p>
<p>Isso está mudando, diz Melanie. A explosão da tecnologia móvel, a consumerização e um ambiente de negócios cada vez mais competitivo estão fazendo com que muitos executivos de TI mudem o status de UC de &#8220;opcional&#8221; para &#8220;urgente&#8221;.</p>
<p>O instituto de pesquisas Gartner aponta em relatórios recentes que os gastos corporativos em todo o mundo com UC passou de cerca de 17,8 bilhões de dólares em 2008 para 16,5 bilhões de dólares em 2010 e deve chegar a 18,7 bilhões de dólares em 2013.</p>
<p>Pesquisa divulgada em junho pela Computing Technology Industry Association (CompTIA) constatou que para 49% líderes de TI e de negócios entrevistados os gastos com tecnologias UC vão crescer mais rápido do que seus orçamentos gerais de TI nos próximos 12 meses.</p>
<p>Grandes empresas, com 500 ou mais empregados, foram as que mais indicaram que vão aumentar o investimento em comunicação unificada, de acordo com levantamento realizado com 600 executivos, que foram entrevistados em março deste ano.</p>
<p>Tim Herbert, vice-presidente de Pesquisa da Computing Technology Industry Association (CompTIA), diz que empresas tendem a achar que avançar rumo às comunicações unificadas é uma tarefa complexa e dispendiosa.<br />
De acordo com a CompTIA, as organizações indicaram que poderiam pagar mil dólares ou mais por usuário por mês por um sistema high-end que hospeda e mantém a tecnologia rodando. No outro extremo, as empresas que optaram por não possuir qualquer equipamento e contrato com um fornecedor de Voz sobre IP poderiam pagar 25 dólares ou menos por usuário por mês.</p>
<p>Muitas organizações, estimuladas pelos funcionários que levam para o ambiente corporativo dispositivos pessoais, logo descobrem que a infraestrutura de comunicação, que é composta por hardware e software antigos, não comporta UC. Como resultado, percebem que precisam de atualizações no ambiente tecnológico.</p>
<p>Complica ainda o fato de que muitas têm construído seus sistemas de comunicações usando um mix de fornecedores de hardware e componentes de software, e nem todos trabalham de forma integrada, aponta Turek.</p>
<p>O desafio aumenta já que a conexão não se limita ao desktop, mas também a diferentes tipos de dispositivos móveis, como notebooks, netbooks, tablets e smartphones. “Em suma, UC não é plug-and-play. É complexa e tem muitas partes móveis&#8221;, resume Turek.</p>
<p>Hoje, os principais fornecedores de UC que vendem suítes completas incluem Avaya, Cisco Systems, Microsoft e Siemens, enquanto os que comercializam componentes por camada incluem Citrix, Polycom, LifeSize Communications, Cisco, WebEx e Tandberg.</p>
<p><strong>Em linha com mobilidade</strong><br />
Diante da complexidade, muitas organizações preferem avançar lentamente. Mas, como mais funcionários usam dispositivos móveis para realizar o trabalho, companhias estão em busca de recursos de UC como encaminhamento de chamada, voice-to-IM e conectividade.</p>
<p>“Mais e mais pessoas trabalham nos fins de semana e à noite&#8221;, diz Turek. Além do mais, &#8220;elas estão trazendo seus próprios dispositivos e usando ferramentas de mídia social, como Skype ou serviços gratuitos de conferência de áudio ou tecnologia de presença se a empresa não fornece esses recursos.&#8221;</p>
<p>Isso força a companhia a investir em UC ou a viver com as consequências de profissionais montando suas próprias soluções de comunicação. Com isso, vem à tona questão de segurança.</p>
<p>Algumas situações, no entanto, empurram a companhia para a adoção de UC. O Reinvestment Fund, grupo de investimento com sede em Filadélfia, passou por essa situação.</p>
<p>Porozni Barry, CIO do Reinvestment Fund, diz que a empresa mudou de prédio em maio e está em processo de atualização de um sistema de telefone antigo e decidiu migrar para a tecnologia da Cisco, que combina processamento de chamadas que combina voz, vídeo e dados.</p>
<p>Todos os 80 funcionários têm telefones fixos com número corporativo e quase metade deles usa smartphones fornecidos pela companhia, outros optaram por seus próprios dispositivos.</p>
<p>Porozni diz que diferentes grupos de profissionais exigem características diferentes de UC. Por exemplo, alguns querem usar smartphones (pessoal ou corporativo), acessar e-mails corporativos e contas de correio de voz, enquanto outros querem realizar encaminhamento de chamadas entre smartphones e telefones do escritório.</p>
<p>O sistema adotado da Cisco, diz, permite a ativação de recursos diversos, o que satisfaz as necessidades dos diferentes grupos, completa.</p>
<p><strong>Comunicações unificadas no ar</strong><br />
Na Argo Turboserve, os líderes da empresa perceberam há mais de um ano que teriam de mover-se em direção à UC. Como estavam prestes a mudar de prédio, identificaram que precisariam adquirir novas linhas de fibra 50 MB usando Multiprotocol Label Switching (MPLS).</p>
<p>&#8220;Queríamos aproveitar a nova infraestrutura para disponibilizar a tecnologia aos funcionários que são realmente móveis, o que representa metade da força de trabalho. Assim, eles vão poder usar smartphones, tablets, e-mail, telefone e, eventualmente, videoconferência&#8221;, explica o CIO, acrescentando que está avaliando soluções da Microsoft e da ShoreTel para iniciar o processo.</p>
<p>Segundo ele, o departamento de engenharia será o primeiro a utilizar comunicações unificadas, permitindo acesso dos recursos do desktop por meio de smartphones e tablets, integrados a redes sociais que eles já usam hoje como LinkedIn e Dropbox.</p>
<p>&#8220;Planejamos ampliar a colaboração utilizando plataformas de mensagens instantâneas, e-mail, voz e vídeo para integrar com o nosso CRM, ERP, BI e ferramentas de DCM&#8221;, adianta Johnston. Ele acrescenta. &#8220;Queremos ter o pacote completo, então onde quer que os funcionários estejam, comunicações unificadas vai ajudá-los a estabelecer contato com toda a cadeia de negócios”, finaliza.</p>
<p>Fonte: computerworld</p>
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		<title>América Latina, potencial para el AV</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ricardo Durao ve en la tecnología multimedia y audiovisual y en el mercado de la telepresencia, el presente y el futuro de América Latina. Unir esfuerzos para sortear los obstáculos que tiene esta industria en la región es su principal objetivo. Aunque Ricardo Durao se declara como “muy mal contador de historias”, entre frase y [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/ricardodurao2.jpg" rel="lightbox[666]" title="ricardodurao2"><img class="alignleft size-full wp-image-667" title="ricardodurao2" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/ricardodurao2.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Ricardo Durao ve en la tecnología multimedia y audiovisual y en el mercado de la telepresencia, el presente y el futuro de América Latina. Unir esfuerzos para sortear los obstáculos que tiene esta industria en la región es su principal objetivo.</p>
<p>Aunque Ricardo Durao se declara como “muy mal contador de historias”, entre frase y frase devela una pasión desbordante por la industria de la cual hace parte y por la que trabaja desde hace más de dos décadas en el territorio brasilero.</p>
<p>Se refleja en su discurso un orgullo propio de quien ha bordado minuciosamente su camino y deja claro que sabe que lo que ha logrado es un resultado del esfuerzo sin pausa y del gusto por el mercado al que pertenece, ingredientes fundamentales del camino que ha recorrido y del éxito.</p>
<p>Durao está convencido, y con bastante razón, de que el universo de la telepresencia y las tecnologías que lo hacen posible, la videoconferncia y la multimedia, es una industria de máxima importancia en América Latina, en pleno desarrollo y de grandes oportunidades en esta región en particular, asunto que que este experto ha sabido aprovechar sin dudar.</p>
<p>Esta visión no es una idea que haya descubierto recientemente, viene con ella en la cabeza incluso desde antes de fundar su empresa hace 12 años: Solutione, una organización que provee soluciones para las áreas de videoconferencia, telepresencia y automatización de ambientes audiovisuales.</p>
<p>Por eso, Ricardo Durao, presidente y fundador de la compañía brasilera Solutione, es nuestro Profesional del mes en esta edición. Con él conversamos sobre la evolución del mercado de la multimedia, la conectividad a distancia y las distintas tecnologías audiovisuales en América Latina y principalmente en su país, las perspectivas de crecimiento y las falencias del mismo, nos acercamos un poco a su vida personal y lo que espera de su futuro cercano.<br />
Dinamismo, lo que buscaba</p>
<p>Para nuestro invitado esta industria es apasionante, liberadora, como él mismo lo argumenta: no hay manera de cansarse o de llegar a la monotonía. “El dinamismo de este negocio es lo que me hace quedar, ningún proyecto es igual a otro, para cada caso hay que ejercitar la mente en la búsqueda de descubrir la mejor manera de satisfacer las necesidades de los clientes”.</p>
<p>Ricardo nació en Recife, Pernambuco (Brasil), en 1965 y su vida como empresario transcurre entre esa ciudad y São Paulo. La primera compañía que le abrió las puertas a su vida laboral fue Petrobrás; estando allí, comenzó en el área técnica y poco a poco fue ascendiendo pasando por labores de soporte de redes, hasta llegar al mundo de la videoconferencia. De esto hace ya 14 años.</p>
<p>Su entrada al universo audiovisual la describe como un proceso inevitable, una evolución que se dio de manera natural, que no buscó pero a la que agradece y le emociona haber llegado.Con la convicción de estar entrando a un negocio poco conocido pero con mucho terreno por explorar se decantó por tener un negocio propio, vio en este segmento una oportunidad que le iba a definir y a estabilizar su futuro y sin titubeos se lanzó al ruedo.</p>
<p>Fue así como en 1999 abrió una oficina propia en Recife: Solutione, localizada en lo que se ha denominado el centro tecnológico Porto Digital, entre Sao Paulo y Rio de Janeiro. En la actualidad la compañía se ha asociado con otras organizaciones y ha abierto sedes en todo el territorio brasilero para dar cobertura total y mejorar la prestación de sus servicios.</p>
<p>La organización se dedica a proveer servicios de tecnología audiovisual, multimedial y de telepresencia en cuatro líneas de negocio principales: Redes corporativas, educación a distancia, telemedicina y video conferencia para el Poder Judicial.</p>
<p>“Para mí ha sido muy importante crear mi empresa. Sé que la he sacado adelante sobre la base del trabajo duro y una dedicación constante. Ha sido fundamental para nuestro éxito renovar permanentemente los objetivos de la compañía, adaptarnos a los desafíos que nos presenta el mercado global y ser flexibles a los cambios cuando el contexto así lo amerita”, indica Durao.</p>
<p>Fonte: por María Cecilia Hernández Ocampo, de AVI</p>
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		<title>Dez tendências tecnológicas para 2012, segundo o Gartner</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 12:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre elas, a empresa de consultoria põe a mobilidade em primeiro lugar. Constam da lista também as tecnologias contextuais, in-memory, BI e análise de dados. Dez áreas tecnológicas merecem a atenção das empresas hoje e no próximo ano, segundo estudo recém divulgado pelo Gartner. Entre elas, a empresa de consultoria classifica a mobilidade em primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/tecnologia.jpg" rel="lightbox[659]" title="tecnologia"><img class="alignleft size-medium wp-image-660" title="tecnologia" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/tecnologia-285x157.jpg" alt="" width="285" height="157" /></a>Entre elas, a empresa de consultoria põe a mobilidade em primeiro lugar. Constam da lista também as tecnologias contextuais, in-memory, BI e análise de dados.</p>
<p>Dez áreas tecnológicas merecem a atenção das empresas hoje e no próximo ano, segundo estudo recém divulgado pelo Gartner. Entre elas, a empresa de consultoria classifica a mobilidade em primeiro lugar, por forçar as empresas a prepararem o seu software de modo a disponibilizarem acesso às aplicações de todas as formas possíveis e promover a consumerização das TICs ou a abordagem “Bring Your own Device” (BYOD) ou “Bring Your own Technology” (BYOT).</p>
<p>Não por acaso, a segunda maior preocupação para a estratégica dos CIO centra-se nas aplicações e interfaces e sua adaptação ao novo ambiente de mobilidade. A Gartner observa que os parâmetros válidos há 20 anos (baseados em janelas, menus e ícones) devem ser substituídos por tecnologias com enfoque na mobilidade, que incluem sistemas de interacção por toque, por vídeo ou por voz, priorizando novos padrões como o HTML5.</p>
<p>A experiência do usuário de redes sociais e as tecnologias contextuais também serão um ponto extremamente importante na agenda dos líderes de TI para o ano de 2012, na lista da consultoria, junto com a chamada Internet das Coisas, que ocupa a quarta posição na lista. Neste sentido, as tecnologias de comunicação em proximidade ou Near Field Communication (NFC), para pagamentos móveis, começará a ter projetos concretos.</p>
<p>Também relacionada com a mobilidade, está a quinta tendência a ser considerada pelos CIOs no próximo ano: as lojas online de aplicações. A App Store e o Android Market, em conjunto, deverão distribuir cerca de 70 mil milhões de aplicações móveis até 2014. Da perspectiva do ambiente corporativo, isso significa passar de um planejamento mais centralizado para uma abordagem na qual é necessário ter em conta um mercado onde existem vários fornecedores e aplicações. Assim as empresas terão de avaliar melhor os riscos e o valor que cada uma traz para a organização como um todo.</p>
<p>BI e análise de dados</p>
<p>Muitas empresas já usam plataformas de Business Intelligence e soluções de análise de dados. Mas na verdade, diversos estudos têm mostrado que nem todas conseguem extrair o máximo de benefícios a partir delas. Por isso, existe ainda um longo caminho a percorrer nessa área. Considerando a conjuntura econômica, as empresas não podem deixar de investir em soluções capazes de permitir conhecer em profundidade as necessidades e o comportamento dos seus clientes. Isso permite a cada uma delas responder de acordo com as necessidades de seus clientes, melhorando assim seus negócios. Face à contenção nos orçamentos de investimento em TI, as empresas devem procurar extrair o máximo das soluções de BI que já têm. Nesse ponto, o enfoque no “Big Data” pode ser enganador.</p>
<p>A expressão “Big Data” ou grandes volumes de dados é usada para reconhecer o crescimento exponencial de dados, a disponibilidade e o uso da informação em ambientes futuros. Este conceito dá um peso indevido ao volume de informações a ser gerido, segundo o Gartner. Muitos CIO focaram-se simplesmente na gestão de grandes volumes de dados, esquecendo-se muitas outras dimensões relacionadas com a gestão da informação. Deixam no ar, assim, muitos desafios a serem abordados mais tarde, muitas vezes com maiores dificuldades. Questões de acesso e classificação de dados não podem ser negligenciadas. Caso contrário, segundo os analistas da Gartner, a empresa se verá obrigada a um novo investimento massivo – em dois ou três anos – para resolver problemas negligenciados quando da implantação de infraestrutura.</p>
<p>Nova fase para o modelo de cloud computing</p>
<p>Completam a lista compilada pelo Gartner as tecnologias in-memory, e os servidores de baixo consumo energético para cloud computing – a tendência mais comentada no mundo das TIC, desde que apareceu há cinco anos.<br />
Apesar de ser um importante fator no setor das TIC, a cloud computing ainda não está produzindo os resultados esperados. De acordo com um estudo da Symantec, organizações que já investiram em tecnologias de virtualização e em plataformas de cloud, híbridas ou privadas, tendem a seguir um caminho semelhante: evoluir da virtualização de aplicações menos críticas para as mais importantes (como o e-mail e as aplicações de colaboração, de comércio eletrônico e da cadeia de abastecimento, bem como as de planejamento de recursos empresariais e de gestão das relações clientes).</p>
<p>Nesse sentido, mais da metade (59%) pretende virtualizar as aplicações de bases de dados ao longo dos próximos 12 meses. Cerca de 55% pretende virtualizar aplicações Web e 47% consideram virtualizar aplicações de correio electrónico e calendário. Apenas 41% tencionam virtualizar aplicações ERP, segundo a Gartner.<br />
E, à medida que as tecnologias de virtualização e as clouds privadas são cada vez mais adotadas, o custo e o desempenho dos sistemas de armazenamento crescem de importância na hora de escolher um ou outro sistema. Mais da metade dos entrevistados pela Symantec (56%) afirmou que os custos de armazenamento aumentaram com a virtualização de servidores.</p>
<p>Portanto, as três principais razões para a implantação de virtualização de sistemas de armazenamento, incluem redução dos custos operacionais (55%), melhorias de desempenho dos sistemas de armazenamento (54%), e melhorias do potencial de recuperação de desastres (53 %). Embora a tendência seja imparável, a implantação real de cloud computing nem sempre satisfaz os critérios previamente estabelecidos. O estudo observa ainda que os projetos de virtualização de servidores são os mais bem sucedidos. Normalmente existe uma diferença média de 4% entre os objetivos propostos e os alcançados. É uma diferença muito menor do que a registada para os sistemas de virtualização de armazenamento, em torno de 33%, com grandes decepções em termos de capacidades de escala, flexibilidade e redução dos custos operacionais.</p>
<p>Fonte: IDGNow</p>
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		<title>Sistema Sabre poderá ser usado para reserva de salas de videoconferência</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 17:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sistema Sabre, famoso por ser mundialmente usado para reservas de voos em todo mundo, ganhará mais uma funcionalidade. A partir da meados de 2012 ele será usado para fazer a reserva de salas de videoconferência em qualquer lugar do mundo. A novidade é resultado da parceria entre a Sabre Virtual Network e a Polycom, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_655" class="wp-caption alignleft" style="width: 295px"><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/foto-época.jpg" rel="lightbox[654]" title="fotoépoca"><img class="size-medium wp-image-655" title="fotoépoca" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/foto-época-285x157.jpg" alt="" width="285" height="157" /></a><p class="wp-caption-text">Parceria entre a Sabre e a Polycom permitirá que executivos agendem salas de videoconferência em ferramenta similar a de reservas de voos e hotéis</p></div>
<p>O sistema Sabre, famoso por ser mundialmente usado para reservas de voos em todo mundo, ganhará mais uma funcionalidade. A partir da meados de 2012 ele será usado para fazer a reserva de salas de videoconferência em qualquer lugar do mundo.</p>
<p>A novidade é resultado da parceria entre a Sabre Virtual Network e a Polycom, companhia fornecedora de soluções para videoconferência. A intenção é atender à demanda crescente de empresas pelas reuniões a distância. &#8220;Com uma interface similar a utilizada em reservas de voos e salas de hotéis, também será possível reservar salas de videoconferência”, afirmou Gregg Webb, presidente da Sabre Travel Networks.</p>
<p>O sistema permitirá a reserva de dois tipos de sala: as públicas, que são locais com toda infraestrutura que são alugados para reuniões por meio de vídeo, e as privadas, que pertencem a uma única empresa e só estão disponíveis para seus funcionários.</p>
<p>Segundo as companhias, inicialmente o sistema terá disponível salas no Brasil, México e Argentina na América Latina. Os escritórios da Regus, parceira da Polycom, são exemplos de salas públicas disponíveis no serviço. São mais de mil salas espalhadas em 500 cidades pelo mundo. Caso um executivo brasileiro precise fazer uma reunião com outros executivos em diferentes cantos do mundo, mas não possa viajar, o serviço pode ser a solução. Em vez de fazer uma reunião apenas por voz, a solução seria usar o sistema Sabre para alugar as salas de videoconferência em cada um dos países envolvidos de uma só vez.</p>
<p>No caso das salas privadas, o sistema estará restrito às empresas que utilizam as soluções da Polycom. O sistema também inclui as reservas em salas privadas, para empresas que possuem o sistema de videoconferência da Polycom.<br />
A parceria será uma opção aos executivos que querem aumentar a produtividade e trabalhar juntos em tempo real, disse Sue Hayden, vice-presidente executiva da Polycom. O objetivo, segundo ela, é também oferecer a solução para diferentes plataformas como tablets e notebooks com câmeras, por exemplo. Ainda não foram definidas as taxas para utilização do serviço.</p>
<p>O mercado de vidoconferência cresce anualmente a uma taxa de 24%, de acordo com a Infonetics Research. Segundo a pesquisa, o Brasil é um dos países que apresenta maior demanda por equipamentos de videoconferência, ao lado de países como Índia e China. Somente a Polycom possui 1,2 milhão de sistemas de videoconferência instalados pelo mundo e possui 38% de participação no mercado global e um faturamento de US$ 1,2 bilhão (ano fiscal de 2010). No Brasil, quase 70% do faturamento da companhia vem de videoconferência.</p>
<p>Fonte: Época Negócios</p>
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		<title>Trabalho remoto pode fazer muito por sua empresa</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 18:01:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O telecomuting, teletrabalho ou trabalho remoto, que permite às pessoas trabalharem em diferentes locais, oferece inúmeras oportunidades para as pequenas empresas, incluindo a redução de custos e a capacidade de contratar rapidamente trabalhadores temporários. Ferramentas de telepresença, como videoconferência, tornam o trabalho remoto possível. O governo dos Estados Unidos adotou o trabalho remoto antes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/trabalho_remoto_w300_h169.jpg" rel="lightbox[647]" title="Trabalhoremotosolutione"><img class="size-medium wp-image-648 alignleft" title="Trabalhoremotosolutione" src="http://www.solutione.com.br/site/wp-content/uploads/2011/11/trabalho_remoto_w300_h169-285x157.jpg" alt="" width="285" height="157" /></a>O telecomuting, teletrabalho ou trabalho remoto, que permite às pessoas trabalharem em diferentes locais, oferece inúmeras oportunidades para as pequenas empresas, incluindo a redução de custos e a capacidade de contratar rapidamente trabalhadores temporários. Ferramentas de telepresença, como videoconferência, tornam o trabalho remoto possível.</p>
<p>O governo dos Estados Unidos adotou o trabalho remoto antes de muitas companhias do setor privado. Um número crescente de empresas tem prosperado com trabalhadores remotos, fornecendo serviços por meio da web. No Brasil , não existe qualquer artigo na lei que rege as relações de trabalho que proíba a modalidade, mas muitas empresas evitam a prática, diante das dificuldades de controle da jornada de trabalho, principalmente em função do cálculo de horas extras. Razão pela qual algumas empresas proponham ao trabalhador um acordo no contrato de trabalho, registrando a flexibilidade de trabalho externo em carteira, liberando-as do pagamento de horas extras.<br />
A seguir, listamos alguns argumentos que servirão para considerar a ideia de que oferecer trabalho remoto para os membros da equipe pode ser uma excelente alternativa.</p>
<p><strong>1 &#8211; Funcionários mais produtivos</strong><br />
Quando podem trabalhar em casa, eles não têm as distrações do escritório, e não gastam tempo com locomoção. Vários estudos acadêmicos e pesquisas corporativas mostram que os trabalhadores remotos são muitas vezes mais felizes e mais produtivos do que aqueles que ficam na sede da empresa. Alguns trabalhadores podem precisar de supervisão, mas você pode fazer isso por meio de metas de produção em vez de monitorar horas trabalhadas por dia.</p>
<p><strong>2 &#8211; Alcançar os profissionais da equipe onde quer que estejam,independentemente da localização</strong><br />
Geralmente, a adoção do trabalho remoto implica na construção de infraestrutura mínima adequada: software e conexão à internet apropriados. As ferramentas incluem aplicações de controle remoto, software de colaboração e software de videoconferência. Pode ser mais fácil alcançar os membros da equipe por meio da web do que caminhar pelo escritório.</p>
<p>Os aplicativos de controle remoto como LogMeIn, GoToMyPC ou Splashtop Remote Desktop registram o usuário em casa e controlam o computador usado para o trabalho. Os software de colaboração como o Google Apps e o Office 365 permitem que os usuários compartilhem documentos, arquivos, apresentações, e outros dados em diferentes locais, simultaneamente. E software de videoconferência – como o Cisco WebEx Meeting Center, Citrix GoToMeeting, ou o Google+ Hangouts, que é de graça – facilitam reuniões de grupo.</p>
<p><strong>3 &#8211; Economia de espaço e corte de custos</strong><br />
O trabalhador remoto não apenas suprime a própria mesa e o PC, como também energia elétrica, lanches, água, banda larga, serviço de telefonia e muito mais. Isso permite reduzir despesas para o escritório. Mesmo se você reembolsar alguns custos, como conectividade com a internet ou o uso do telefone, ainda irá economizar na metragem quadrada do espaço da empresa.</p>
<p><strong>4 &#8211; Gestão aprimorada de TI e redução de custos de manutenção</strong><br />
Em geral, os trabalhadores remotos fornecem sua própria conectividade e PCs. Se for necessário instalar antivírus, acesso remoto, e outros software, os custos totais devem ser muito menores em comparação com a gestão in-house. Você vai querer definir normas e talvez implementar o cumprimento delas, como a verificação de software para garantir que ninguém que se conecte à rede esteja infectado com vírus ou que tenha software desatualizados.</p>
<p><strong>5- Desfrutar de serviços baseados em nuvem</strong><br />
Em vez de hospedagem de servidores em seus escritórios, você pode tirar vantagem de aplicações na nuvem que permitem a telepresença. As aplicações cloud podem fornecer serviço mais confiável do que seus próprios servidores. Fornecedores de cloud têm vários data centers redundantes para garantir a conectividade confiável. Obviamente, você vai precisar investigar minuciosamente a segurança disponível e as opções de backup de cada serviço.</p>
<p><strong>6 &#8211; Negócio mais ágil</strong><br />
Se as ferramentas estão configuradas corretamente, o trabalho remoto pode tornar a empresa mais ágil, dando maior flexibilidade aos profissionais para atender às exigências do projeto. Você pode, rapidamente, encontrar e recrutar trabalhadores para projetos específicos.</p>
<p><strong>7 &#8211; Mão de obra mais barata</strong><br />
Se você está localizado em uma área cara, pode economizar quantidades substanciais de dinheiro. Os profissionais podem viver em regiões com boa e mais barata conectividade de internet – e estarão satisfeitos com salários mais baixos do que nas grandes cidades. Além disso, muitos funcionários aceitam um salário menor em troca do trabalho remoto.</p>
<p>Finalmente, se você contratar profissionais por meio de contratos independentes, irá economizar ainda nos custos de folha de pagamento.</p>
<p>O trabalho remoto pode salvar a companhia com somas substanciais com poucas desvantagens reais se você gerenciar a segurança com cuidado. A percepção de dificuldade na supervisão de trabalhadores remotos, muitas vezes parece ser a maior barreira para implementar o trabalho remoto, mas é possível superar isso olhando para o lucro.</p>
<p>Fonte: http://cio.uol.com.br</p>
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